Gigi Melo Valente


Exposições Individuais

  • Galeria Dançarte, Telheiras (a decorrer)

Exposições Colectivas

  • Orfeão de Rio Tinto, Amarante

Prémios

  • Grande Prémio Anual – 10.º Concurso “Tempo Livre” de Fotografia da INATEL
  • 1º. Prémio da INATEL – Revista de Dezembro.
  • 1º. Prémio, Secção Cor, atribuído no VI Salão de Fotografia do Orfeão de Rio Tinto

Alguém escreveu: “Gigi Melo Valente, nasceu no Cercal do Alentejo, num lindo dia de Maio, no longínquo ano de 1948. No tempo em que as ecografias não estavam lá para adivinhar o sexo das criancinhas, encomendara o seu ansioso pai uma grade de cervejas para comemorar o seu nascimento, na suposição e na esperança de que por aí viria um garboso rapaz. Ouvido o primeiro choro e ao primeiro golpe de vista, depressa se desvaneceram as esperanças porque, nem garboso(a), nem rapaz… aí estava ela, a GIGI, de olhos muito abertos, fixos na luz trémula do candeeiro. As cervejas foram-se bebendo ao longo dos anos porque cada gracinha da moçoila era motivo de alegria, de ternura e de muitos festejos. Gémea por signo, revelou-se muito dotada – ou não fosse ela do meu sangue – para as letras (é uma Contista Premiada) - para os inventos e, de há uns tempos para cá, para a FOTOGRAFIA.

Admira os Grandes Mestres. Um gesto tão simples como o de fixar imagens no momento decisivo é – diz a Gigi – “coisa bela e única”. Quanto a ela, “dispara” contra tudo e contra todos: Raízes de árvores que rastejam e pernoitam pelos jardins, pedras perdidas no chão que depois recolhe em Assemblages, paredes descaliçadas onde o vento, a chuva e a seca manifestam a sua arte – a que ela chama CALIÇARTE…

E acreditem ou não… eu já vi os seus FANTASMAS… que ela caça com a sua câmara nas paredes húmidas e despovoadas dos conventos e nas Travessas sombrias da cidade… Conhecem maior loucura? … É assim a minha prima.”

JOAQUIM GOMES DE ALMEIDA